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Lançamento em Bauru
O templo da poesia em Bauru.
Na quinta feira, 23/11, os poetas da Par&Cia Limitada encerraram a turnê de lançamento de 2006 na cidade natal de Renata Machado, autora de Noroeste. O restaurante e bar Templo, que, sabiamente, conhece a etimologia de “sabor”, que vem da mesma raiz de “saber”, é o endereço da cidade para lançamentos e exposições de arte, fotografia etc. Nesta noite, o local se transformou em templo da poesia em Bauru. Com forte apoio da mídia local, o restaurante ficou pequeno para os amigos, artistas e intelectuais que foram prestigiar, sobretudo, a volta da filha pródiga, Renata Machado, à cidade.
O músico Bitenka apresentou as canções de seu CD “Madeira”, que recebeu elogios até de Chico Buarque, e ainda prestou um auxílio luxuoso para a leitura dos poemas, feita pelos três poetas, intercalada às músicas de seu CD. Uma noite que só se encerrou no dia seguinte, quando Renata Machado fez uma palestra no Museu Ferroviário de Bauru (duas últimas fotos). Discretamente localizado em um prédio ao lado da grandiosa Estação Ferroviária da Noroeste do Brasil, o Centro de Memória Regional da Universidade Estadual Paulista (Unesp)/Rede Ferroviária Federal S. A. (RFFSA) passa despercebido dos transeuntes. Ninguém imagina que por trás daquelas imensas janelas, esteja guardada farta e rica documentação sobre a história da ferrovia e sua intrínseca relação com Bauru.
Lá, onde se encontra o acervo da antiga Estrada de Ferro Noroeste do Brasil (NOB), cujos primeiros registros datam de 1904, como livros manuscritos, impressos, fotografias, além de mapas, gráficos e plantas de engenharia e arquitetura, Renata Machado iniciou fazendo uma biografia poética, falou sobre os caminhos de sua poesia, que partiram daquela estação e ganharam o mundo. Foi um momento de grande emoção e que marcou o encerramento da turnê. E aqui fica difícil evitar o chavão, fomos embora de Bauru, mas a cidade não vai mais sair do nosso coração.

Escrito por Elcio Fonseca às 15h15
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Empresas com responsabilidade cultural
Marcas de cultura.
Por que uma empresa apóia cultura? Porque, acima de tudo, tem responsabilidade social e cultural. Porque sabe que uma empresa é mais do que um empreendimento mercantil, é uma marca na vida da sociedade na qual está inserida. Porque sabe que devolver uma parte de seu lucro, investindo em cultura é a maneira mais inteligente de dizer “obrigado pela preferência” a um público qualificado. E, pior de tudo, por que uma empresa apoiaria uma iniciativa poética? Porque sabe de tudo isso e muito mais: está antenada com o que há de mais moderno e avançado em marketing no mundo. Empresas como essas merecem todo destaque, em qualquer tempo. Por isso fazemos questão aqui de agradecer à essas empresas que apoiaram o lançamento na Par&Cia Limitada em duas capitais e duas cidades de São Paulo.
Vale ainda mencionar (não estão no quadro dos logotipos): Via News, Promopack Solution, Industria Gráfica Itu, além de Fátima Coelho, competente produtora e animadora cultural.
Merci.

Escrito por Elcio Fonseca às 20h30
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Lançamento em São José dos Campos
Poesia na cidade da tecnologia.
São José dos Campos, o pólo de tecnologia do país, foi a quarta cidade a ser visitada pela troupe da Par&Cia Limitada. Na noite de 14 de novembro de 2006, o restaurante Baccio, um dos principais endereços da cidade, recebeu os poetas Elcio Fonseca, Abel Coelho e Renata Machado, além da presença luxuosa da cantora Titina, do cantor Elcio, homônimo do autor de Máximo de Mínimos e ainda a banda de rock X-Rock, que apresentou clássicos do Rock. A noite contou com um sarau apresentado pelos poetas e convidados, e teve a presença de parte significativa da inteligentsia da região. Confira nas fotos os principais momentos.

Escrito por Elcio Fonseca às 15h14
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