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A primeira empresa brasileira com fins poéticos
Este é de release, mas conta direitinho sobre a gente:
Idealizada pelos publicitários e amigos Elcio Fonseca e Abel Coelho, a Par&cia Limitada, exemplo dos selos no mercado fonográfico, foi criada para ser mais uma referência do que uma empresa no sentido clássico. Já que não possuíam vinculo com nenhuma editora, agentes, managers em geral, Elcio e Abel resolveram criar uma empresa que cuidasse de seus interesses. A primeira empresa brasileira com fins poéticos, puramente. É ela que cuida dos materiais, da qualidade gráfica, das estratégias mirabolantes e muito mais. E o melhor de tudo: é dirigida por duas pessoas que tem o maior interesse em que tudo corra muito bem: os próprios autores. Isso já facilita tudo. Com estes primeiros lançamentos, essa idéia começa a sair da ficção e ganhar o mundo real.

Elcio Fonseca, um dos pares da companhia

Abel Coelho, a companhia do par.
Escrito por Elcio Fonseca às 17h10
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Não sou mas gosto de selo.
Muita gente tem perguntado o que exatamente é nossa quase editora/usina/fábrica de maluquices. É o seguinte: lembra dos selos de música popular de uns anos atrás? A idéia é a mesma. Começamos com a ação na Flip (conto em outro texto), e agora vamos publicar 3 livros dos intrépidos poetas paulistas Elcio Fonseca, Abel Coelho e Renata Machado. Veja o textinho que o Abel colocou nos livros e que resume nossa proposta:
Par&Cia Limitada é um selo de poesia. Na verdade, o nome e o propósito são provocações. Nasce aqui uma iniciativa para realizar um duplo movimento, que “parecia” longínquo e “limitado” pela falta de investimento e dedicação: valorizar a produção da nova e boa poesia e dar um tratamento de arte ao fazer o livro. Qualidade e design gráficos, edições cuidadosas, parcerias com artistas de outras mídias, enfim, a proposta é criar um ambiente para que a fina arte da poesia possa ultrapassar seus limites.
Quando você encontrar um livro feito pela Par&Cia Limitada, saiba que está entrando em contato com um selo que não mediu esforços e nem se rendeu aos limites para oferecer uma oportunidade de mostrar o melhor da poesia para seus leitores.
Escrito por Elcio Fonseca às 17h03
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